Cinco dicas para aproveitar mergulhos em naufrágios

 

Mergulhar em naufrágios é uma modalidade bastante popular. Não é por menos, pois se trata de uma experiência inigualável, pois combina esporte e beleza marinha com história e arqueologia. Enfim, trata-se de uma oportunidade de imergir (literalmente!) em um mundo de completa fascinação em que a maioria dos mergulhadores sente um misto de estupefação e respeito, algo que certamente ficará gravado em sua lembrança para sempre.

Com a plataforma da Scubiblue, você pode encontrar roteiros deste tipo, como os naufrágios Tocantins, em Queimada Grande (SP) e o Parque dos Naufrágios, em Pernambuco.

Obviamente, embarcar nesta aventura não é algo que novatos podem fazer a seu bel-prazer – é preciso ter prática e experiência.

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Por isso, separamos aqui cinco dicas para aqueles que querem um dia adentrar nas profundezas de um navio naufragado.

Prepare-se

Mergulhos em naufrágios geralmente exigem técnicas avançadas, haja visto que invariavelmente você estará sob condições adversas, como baixa visibilidade e correntezas. Seus instrutores sempre buscarão se certificar que você tem as habilidades necessárias para fazer este passeio.

Portanto, se você já mergulhou em circunstâncias semelhantes, possui certificações avançadas ou mesmo um documento específico para naufrágios, provavelmente não terá problemas nesta aventura. Mas mesmo que você seja experiente, preste atenção no que seu instrutor disser, pois pode haver perigos e situações às quais você não está acostumado e, acredite, você vai querer estar preparado caso se depare com alguma dificuldade.

Estando na água, tenha calma

Há muitas formas de submergir até um naufrágio. Quando a embarcação está em uma profundidade alta, seu instrutor pode preferir usar linhas com uma boia e a ponta amarrada no barco, para garantir a sua segurança. Em águas turbulentas, este recurso pode ser adotado para que os mergulhadores possam se segurar logo ao pular na água, por exemplo. Há outro tipo de uso de linhas, geralmente utilizada em circunstâncias bastante adversas, a qual conta com um lastro que submerge até o naufrágio, permitindo que você possa se orientar mesmo quando a visibilidade está terrível e a correnteza não estiver sendo exatamente sua amiga. Pode parecer bobagem, mas tenha respeito: o mar pode ser traiçoeiro até para os mergulhadores mais experientes.

Entenda e evite riscos

Um bom mergulhador evita, não aceita riscos. Portanto, treinamento apropriado, domínio das técnicas de mergulho avançadas, equipamento em boas condições e auto avaliação criteriosa faz com que os riscos aos quais você se exporá diminuam consideravelmente. Para que isto aconteça, é preciso entender a gravidade do que pode te acontecer se você não seguir os protocolos corretamente. Se você não sair de um curso de mergulho avançado mais cauteloso ou até mesmo com um pouco de medo, você não aprendeu direito. Mergulhos em naufrágios não são uma atividade com adrenalina. Você pode até confiar na sua sorte por um tempo, mas ela pode te abandonar a qualquer momento. Portanto, não faça apostas.

Tenha disciplina

Autodisciplina é um atributo importante em qualquer atividade de mergulho avançada, mas é especialmente importante quando o assunto é naufrágio. Este tipo de aventura é implacável com erros, cujas consequências podem às vezes ser fatais. É importante ser disciplinado ao fazer o planejamento de seu mergulho e segui-lo, respeitando seus limites pessoais ao decidir abortar uma atividade ou se sentir tentado a tomar algum “atalho”. Naufrágios são especialmente tentadores para que mergulhadores superestimem suas habilidades ou tomem decisões erradas. Disciplina é o que vai te manter em segurança quando você começar a se sentir “enfeitiçado”.

Seja um time

Sempre é mais seguro ter alguém com quem contar em uma situação adversa. Portanto, saber mergulhar em equipe é uma competência que precisa ser sedimentada durante seu treinamento. Falhas de comunicação, mal entendidos, protocolos de segurança diferentes ou atitudes inesperadas são a receita para que o dia acabe mal. O “time” deve entender as fraquezas e forças de cada um de seus membros e isto será o que ditará as limitações para todos. Podemos ter ao nosso lado um mergulhador que já se aventurou nas águas mais turbulentas, mas do outro, um colega suscetível a crises de pânico. Portanto, conhecimento mútuo e cumplicidade nessa hora são a chave.

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